Parkinson e Alzheimer: os benefícios do exercício físico

Descubra como a atividade física e a socialização podem ajudar a retardar os efeitos dessas doenças

Fazer exercícios é importante em qualquer idade, já que oferece benefícios para o bem-estar físico e mental. Para os idosos, manter atividades físicas também ajuda a desenvolver força e equilíbrio, o que pode reduzir o risco de quedas.

Além disso, conforme envelhecemos, manter exercícios regulares traz diversos benefícios à saúde, como cuidar do peso, proteger a saúde cognitiva, reduzir estresse e manter a mobilidade. Também pode evitar ou atrasar diversas doenças crônicas – o que inclui diabetes, depressão e cardiopatias.

Para outras doenças, o exercício físico é importante especialmente para adiar o progresso dos sintomas. Duas delas são o Mal de Alzheimer e o Mal de Parkinson.

O Mal de Alzheimer e a produtividade

Um dos maiores desafios quando um idoso recebe o diagnóstico de Alzheimer é como mantê-lo ativo enquanto a doença avança.

Enquanto a atividade física e a socialização podem atrasar o avanço dos sintomas, um conflito costuma acontecer. Um idoso em fases iniciais do Alzheimer pode ficar relutante em participar de atividades sociais, porque sabe que há algo errado. Mantendo-se isolado, ele evita constrangimentos, como se esquecer do nome de alguém ou ter dificuldade em levar uma conversa até o fim.

Em casas de repouso ou residenciais sênior, algo evidente é quantos benefícios há para portadores do Mal de Alzheimer e de outros tipos de demência. Eles participam de aulas de pintura, alongamentos, projetos de jardinagem e outras oficinas. E quando os dias são cheios de atividades significativas, incluindo aquelas que os mantêm saudáveis e em movimento, eles se sentem confiantes e bem-sucedidos. Para alguém com condições que levam ao prejuízo da memória isso é um grande feito.

Atividade física e o Mal de Parkinson

Assim como os pacientes com Alzheimer, idosos com a Doença de Parkinson também se beneficiam da socialização e da prática de exercícios – que são especialmente importantes. Ela é necessária para a manutenção da mobilidade, equilíbrio e habilidade de realizar tarefas simples do dia a dia.

Um projeto chamado “Parkinson’s Outcomes” (ou “Efeitos do Parkinson”, em tradução livre), que começou em 2009, descobriu que idosos com o Mal de Parkinson podem retardar o progresso da doença com uma rotina de exercícios físicos. Quanto antes a pessoa começar as atividades depois do diagnóstico, mais chances terá de permanecer ativa por mais tempo.

Resultados indicam que pacientes com Parkinson que realizam atividades físicas por, pelo menos, 2,5 horas por semana garantem mais qualidade de vida do que aqueles que não se exercitam ou que esperaram começar apenas quando perceberam o progresso da doença.

Benefícios das casas de repouso para saúde física dos idosos

Um dos muitos benefícios de escolher uma casa de repouso ou uma residência sênior para um idoso com Alzheimer ou Parkinson é a facilidade de mantê-lo ativo e em forma. Isso graças a programas especiais e oficinas focadas em artes, socialização, música e, é claro, exercícios físicos. São ambientes que promovem melhor qualidade de vida e um cuidado focado nas condições especiais de cada hóspede.

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